spiritismo

CONTINUANDO IL POEMA


Mais adiante, eis um telheiro...Sem que a penúria lhe importeUm velhinho aguarda a morte,Com sede, chamando alguém!...Olha em vão a porta aberta,Quer água fria do poço,Chora, ao pensar que foi moço...Não aparece ninguém!...Visitemos os que moramSob pontes desprezadas,Nota, ao longe, nas estradas Doentes vagando ao léu!...Alguns caem no caminho,No mal-estar que os alcança,Morrendo sem esperança,Embora fitando o Céu!...Alma querida, recordaOs que vão de alma ferida,São, entre as pedras da vida,Nossos irmãos teus e meus!...De volta ao teu lar feliz,Que de flores se entretece,Dirás, bendizendo em prece:-"Muito obrigado, meu Deus!"...